26/03/2021

Estresse: como ele afeta a pele, unhas e cabelo?

O estresse pode ser desenvolvido a partir do acontecimento de uma grande mudança, seja positiva ou negativa, atitudes e fatores externos repetitivos que afetam o dia a dia.

A pandemia da Covid-19 é um exemplo. Com a necessidade de fazer o isolamento social, diversas incertezas sobre o futuro e o medo constante, é mais fácil passar por um quadro de estresse, capaz de causar efeitos negativos para o organismo.

Além das dificuldades para dormir, alterações no humor e a falta de apetite, podem ocorrer danos na pele, no cabelo e nas unhas. A seguir, citamos alguns desses problemas e o que pode ser feito para prevenir o estresse.

  1. Pele

Possíveis consequências: envelhecimento precoce, maior ressecamento, aumento do surgimento da acne e oleosidade, piora da psoríase.

  1. Cabelo

Possíveis consequências: queda e quebra dos fios, branqueamento precoce, falta de brilho.

  1. Unhas

Possíveis consequências: enfraquecimento e quebra das unhas, aparecimento de marcas e manchas esbranquiçadas nas superfícies.

Como prevenir o estresse?

Em entrevista ao site Drauzio Varella, a médica psiquiatra Alexandrina Meleiro indica boas horas de sono e de lazer, além da prática de atividades físicas e hobbies para se distrair e descansar.

Meleiro afirma que é importante identificar a causa do estresse e procurar formas de fugir dela. “Acima de tudo, a pessoa não deve automedicar-se. Incluo nisso o álcool que anestesia, os tranquilizantes e os analgésicos. Se a pessoa não conseguir controlar os níveis de estresse sozinha, deve procurar ajuda profissional”, recomenda.

Confira a entrevista completa aqui.


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10/02/2021

Colágeno: conheça os tipos e os benefícios para o seu corpo

É muito comum procurarmos pelo colágeno por causa dos resultados estéticos. São cremes para o rosto e o corpo, xampus e condicionadores, suplementos…

Ele está em diversos produtos de beleza. Mas você sabia que o colágeno também é fundamental para alguns tecidos, como, por exemplo, as articulações?

Neste texto, você vai saber mais sobre o colágeno, seus tipos e funções para melhorar sua qualidade de vida! Confira!

O que é colágeno?

O colágeno é uma importante proteína que proporciona mais elasticidade e firmeza para pele, unhas e cabelos. Ele também é responsável por formar alguns tecidos, como ossos, músculos, tendões e articulações.

Encontrado em vários alimentos, como carnes vermelhas e brancas, ovos, peixes, iogurte desnatado e gelatina, essa proteína também é produzida pelo nosso corpo, sendo estimulada pelas vitaminas A, C e E.

Com o avanço da idade, nosso organismo diminui a produção, resultando na possibilidade de desgaste dos tecidos, no surgimento de doenças, como artrite, artrose e osteoporose, além do aparecimento de estrias, rugas e outras linhas de expressão.

Dessa forma, pode ser recomendada a suplementação de diferentes tipos de colágeno, sendo encontrada em cápsulas, líquida e em pó.

Abaixo, você conhece as diferenças entre os principais tipos de colágeno e seus benefícios.

Colágeno tipo 1 (hidrolisado)

O colágeno tipo 1, também conhecido como colágeno hidrolisado, é obtido do osso e da cartilagem bovina e suína. Ele passa por um processo chamado de hidrólise, que consiste em quebrar as proteínas, reduzindo seu tamanho. Assim, ele pode ser absorvido mais rápido.

Seus principais benefícios são:

  • Fortalecer as articulações;
  • Melhorar a firmeza da pele;
  • Ajudar no tratamento da osteoartrite.

Colágeno tipo 2 (não hidrolisado)

O colágeno tipo 2, ou não hidrolisado, não passa por alterações, sendo absorvido de forma natural.

Entre os produtos Kress, o suplemento Articulam tem em sua fórmula vitaminas, minerais e este colágeno que auxilia no bom funcionamento das articulações, reconstruindo as cartilagens e reduzindo o processo inflamatório.

Encontre mais informações sobre o Articulam, clicando aqui.

Peptídeos de colágeno

Neste caso, o colágeno é altamente hidrolisado e alcança seus peptídeos – um conjunto de aminoácidos. Essa forma de apresentação é a que possui maior facilidade de absorção por serem partículas ainda menores.

Na Kress, podemos encontrar os peptídeos de colágeno em dois produtos.

No suplemento Cartiplex, a proteína auxilia na prevenção de dores e proporciona mais sustentação e elasticidade para pele, ossos, cartilagens, ligamentos e tendões.

Para mais detalhes sobre o Cartiplex, clique aqui.

O Retixium possui em sua fórmula o colágeno Verisol, que faz com que as células da pele sejam estimuladas a produzirem ainda mais colágeno. Isso promove a firmeza da pele e suaviza as linhas de expressão e a aparência de “casca de laranja” causada pelas ondulações da celulite e estrias. Saiba mais sobre o Retixium, clicando aqui.

Ilustração em tons de azul que apresenta a estrutura dos colágenos. Da esquerda para a direita: a estrutura do colágeno não hidrolisado tem todas as proteínas bem próximas. Ao lado, o colágeno hidrolisado tem suas estruturas mais separadas. Ao lado estão os peptídeos de colágeno no qual as proteínas estão menores e mais separadas.
Estruturas dos tipos de colágeno

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27/01/2021

Onicofagia: quais as causas do hábito de roer unhas?

Você costuma roer suas unhas? Se a resposta é “sim”, você faz parte de aproximadamente 30% da população mundial, cerca de 2 bilhões de pessoas, que sofre com a onicofagia, o termo médico para o hábito.

Talvez você até já tentou utilizar diferentes recursos para parar, como passar esmaltes com substâncias amargas ou adotar outras “manias” para esquecer de vez das unhas.

Por mais difícil que seja, é possível parar com a vontade de roer as unhas das mãos e/ou dos pés. Mas por que tantas pessoas têm esse costume? É o que vamos ver a seguir.

Causas

Ao passarmos por situações de nervosismo e preocupação, nosso corpo reage e demonstra através de sinais. É por isso que, para algumas pessoas, roer as unhas pode ser uma forma de demonstrar e aliviar esses sentimentos.

Entre os adolescentes, por exemplo, é comum ver este hábito e associarmos à ansiedade devido os hormônios e as diversas mudanças comportamentais que eles passam neste período.

As crianças também podem desenvolver esta mania através da imitação. Ao ver seus responsáveis levarem as mãos à boca, elas reproduzem o gesto.

Porém, ainda não existe uma resposta exata para a origem da onicofagia. Um artigo de 2015, publicado no Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry (Jornal de Terapia Comportamental e Psiquiatria Experimental), explica que pessoas perfeccionistas utilizam do hábito para aliviar o tédio e a irritação.

Outros motivos poderiam ser a sensação de prazer e relaxamento, a concentração ou até mesmo a genética.

Roer unha faz mal?

Mais do que uma questão estética, a onicofagia pode gerar problemas sérios de saúde. Alguns deles ortodônticos, como a alteração do posicionamento dos dentes, bruxismo, desgaste, lesões na boca e contaminação bacteriana.

Também pode surgir a paroníquia, uma infecção na pele ao redor da unha após a retirada em excesso do tecido. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em alguns casos, este processo de inflamação ainda pode causar alterações na unha, além de pus, vermelhidão e dores.

Como parar de roer as unhas?

Primeiramente, é importante querer parar. A ajuda de pessoas próximas que motivem durante o processo pode ser fundamental também.

A seguir, você encontra algumas dicas para parar de roer as unhas. Confira:

  • Fazer trabalhos manuais ou tocar instrumentos.
  • Mascar chiclete quando sentir vontade de roer as unhas.
  • Usar luvas, unhas postiças, ou algo que dificulte o contato das unhas com a boca.
  • Manter as unhas bem cortadas e, se possível, fazer manicure e/ou pedicure semanalmente.

Se algo não está funcionando, é importante não desistir e procurar estratégias diferentes para controlar a onicofagia.

Em casos mais graves, com a ocorrência de dores ou sangramentos, o recomendado é buscar um médico para verificar a situação e indicar o melhor tratamento.

Conhece alguém que costuma roer as unhas? Compartilhe este texto com a pessoa!

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25/11/2020

Pacran: o que é e quais os benefícios do extrato de cranberry?

Ardência ao urinar, necessidade constante de fazer xixi, urina avermelhada e dores são sintomas de infecção urinária. Segundo o Ministério da Saúde, as mulheres estão mais sujeitas a este problema do que os homens, sendo que 30% delas terão infecção urinária leve ou grave em algum momento da vida.  

A doença é bastante comum, mas pode ser evitada com algumas atitudes simples, como beber bastante água e, sempre que sentir vontade, ir ao banheiro para urinar. 

Para o tratamento, o uso de antibióticos é o procedimento mais popular. Porém, o Pacran, substância extraída do cranberry (pequena fruta nativa da América do Norte), vem se tornando conhecido devido seus benefícios em relação às infecções do trato urinário (ITU). 

Mas o que é o Pacran? 

O Pacran é um extrato da fruta cranberry (também chamada de arando, airela ou oxicoco), rico em vitamina C e que possui uma alta concentração das proantocianidinas, que são potentes antioxidantes

Com a ação destes compostos, as bactérias não conseguem se fixar às paredes do trato urinário (uretra, bexiga, ureteres e rins), evitando o aparecimento de doenças, como cistite, uretrite e nefrite, e promovendo saúde e bem-estar. 

A substância também é uma forte aliada ao sistema imunológico, já que a pequena fruta vermelha apresenta as vitaminas A e C. 

Como consumir? 

O Pacran é encontrado em suplementos, como o Cranberola Caps, um lançamento da Kress Farmacêutica, indicado principalmente para as mulheres que sofrem com as infecções do trato urinário. Além disso, este suplemento alimentar não contém glúten, lactose ou açúcar. 

Já o cranberry, por ser uma fruta cultivada nos Estados Unidos e Canadá, não é facilmente encontrado no Brasil, mas pode ser adquirido em polpa para a realização de sucos. 

Mesmo com seus benefícios, tanto a fruta quanto seu próprio extrato devem ser ingeridos de maneira moderada e, preferencialmente, sob a orientação médica. Isso porque, em excesso, eles podem causar riscos à saúde. 

Agora que você já sabe um pouco mais do Pacran e do cranberry, aproveite para compartilhar este texto em suas redes sociais! 

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24/09/2020

Metabolismo: entenda a influência na perda e no ganho de peso

Para ter uma vida saudável, é necessário conhecermos nosso próprio corpo. Cada indivíduo possui características e condições diferentes que influenciam no funcionamento do organismo.

O metabolismo é a junção de processos químicos e físicos que trabalham para completar as energias e estruturas necessárias a todos nós. Alguns resultados dessas reações podem ser o ganho de energia, a produção de proteínas, ácidos nucleicos, polissacarídeos, entre outros.

Algo bastante comum é ouvirmos as pessoas falarem em metabolismo acelerado e lento.

O primeiro faz com que as calorias sejam queimadas de forma mais rápida, dificultando o ganho de peso, já que a concentração de gordura é menor. Já o metabolismo lento proporciona o acúmulo da energia produzida, porque é menos utilizada, facilitando, assim, o ganho de peso.

“Mas o que influencia a produção dessa energia?”

É o que veremos a seguir, com a Taxa Metabólica Basal (TMB).

Taxa Metabólica Basal

A Taxa Metabólica Basal é a energia necessária para que o organismo consiga realizar suas atividades básicas. Essa é a condição que indica a velocidade do metabolismo e como está relacionado ao ganho ou perda de massa.

São considerados o peso, altura, idade e sexo da pessoa, além de suas atividades realizadas diariamente. A partir de um cálculo, o resultado apresentado mostra o ritmo de gasto calórico, sendo possível compreender o número de calorias recomendadas, tanto para manter, perder ou ganhar peso.

Para descobrir essas informações, o ideal é procurar as orientações de nutricionistas e endocrinologistas. Estes profissionais poderão apontar os melhores procedimentos e garantir sua saúde e bem-estar.

Enquanto isso, lembre-se de manter uma alimentação saudável, fazendo uma boa hidratação diária e praticando exercícios físicos regularmente. Seu corpo agradece!

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08/09/2020

Dicas para fortalecer a imunidade

Com mudanças repentinas de temperatura e a constante exposição a doenças, é cada vez mais importante estar com a saúde em dia e garantir a defesa do organismo contra infecções.

Para ter um sistema imunológico forte, algumas atitudes são fundamentais e devem ser empregadas na rotina.

Neste texto, separamos quatro dicas para fortalecer a imunidade, além de explicar melhor seu funcionamento e quais os sintomas que devem receber atenção. Confira!

O que é imunidade?

Segundo o CCM Saúde, a imunidade consiste em vários mecanismos que defendem o organismo contra agentes infecciosos, como vírus, bactérias e fungos.

Existem dois tipos de imunidade: a inata e a adquirida.

  • Imunidade inata: nós já nascemos com esse tipo de imunidade, que atua sempre de maneira igual para evitar doenças. A pele, leucócitos e mucosas são alguns componentes da imunidade inata.
  • Imunidade adquirida: desenvolve-se quando temos contato com algum agente invasor estranho e o corpo reage. A partir dessa ação, o organismo cria uma “memória” e pode combater esse micróbio em específico de forma mais rápida e efetiva, caso ocorra um novo ataque.

Como identificar a imunidade baixa?

A imunidade baixa, também chamada de imunodeficiência, acontece quando o organismo não produz células de defesa suficientes para reagir aos agressores. Dessa forma, ficamos mais expostos às doenças.

Alguns sintomas dessa condição são:

  • infecções constantes, como gripes e resfriados;
  • vômitos, diarreia ou náusea;
  • cansaço, febre ou calafrios excessivos;
  • unhas fracas ou queda de cabelo.

Dicas para fortalecer a imunidade

A principal dica para fortalecer a imunidade é ter uma alimentação saudável, sugestão que já mencionamos em outro texto sobre suplementos que auxiliam o funcionamento do sistema imunológico.

Abaixo, você confere mais dicas: 

1. Durma adequadamente

O sono é fundamental para um corpo saudável. Procure dormir regularmente entre 8 e 10 horas por dia. Você precisa repor as energias gastas e à noite é o melhor momento.

Confira: 5 dicas para dormir bem e ter dias muito melhores

2. Beba água com frequência

O Ministério da Saúde recomenda a ingestão mínima de dois litros de água por dia. Se você tem dificuldade em lembrar dessa necessidade, utilize um despertador com horários específicos para você se hidratar.

Sucos, chás e leite não são indicados para substituir a água, pois são compostos por outros elementos que podem ser prejudiciais à saúde, como o açúcar.

3. Pratique exercícios físicos

Realize, no mínimo, 30 minutos de atividades diárias. Elas ajudam a evitar o estresse, grande inimigo da imunidade, e aumentam a quantidade de anticorpos.

Aproveite o seu tempo e movimente-se: 5 exercícios para praticar em casa!

4. Exponha-se ao sol

Ao expor os braços e pernas na luz solar, o corpo produz a vitamina D, essencial para reforçar o sistema imunológico.

Separe 15 minutos por dia, entre 10h e 14h, tempo suficiente e ideal para garantir o nutriente.

Agora que você já sabe como fortalecer sua imunidade, o que acha de divulgar essas dicas? Compartilhe este texto em suas redes sociais!

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