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23/12/2015

Presentes, simbologia e necessidade

A grande tradição de presentear amigos e família no natal surgiu no  momento em que os reis magos Baltazar, Belchior e Gaspar visitaram o menino Jesus, lhe dando ouro, mirra e incenso. Mas há quem diga que a história do bispo São Nicolau deu início a tudo. Ele levava presentes para famílias carentes, crianças e jogava moedas pelas chaminés das casas durante o século IV. Foi de São Nicolau que surgiu a lenda do Papai Noel. Desde então o ato de presentar se tornou um hábito em todo o mundo, tomando outras proporções em meio à vida moderna, como o surgimento de brincadeiras como o “Amigo Secreto”.

Mas por que gostamos de dar presentes no Natal? A resposta é na verdade bem simples, queremos alegrar a quem tanto estimamos. E tirar tempo de vida para notar o que o outro gosta e agradá-lo é sinal de carinho, amor e reconhecimento. Daí vem aquela velha máxima: quem presenteia, entrega um pouco de si.

Vale lembrar que o presente em si não é o fator mais importante, apenas encontramos na ação de presentear uma forma de manifestar nossos sentimentos. Boas ações também possuem valor, arrecadar brinquedos, roupas e alimentos para crianças e famílias carentes também preenche o coração de amor.

E o que será que acontece com nosso cérebro nesses momentos?  Quando vemos outra pessoa sorrir ao ganhar um presente o córtex órbito-frontal, que fica na frente do nosso cérebro entre os olhos, é ativado e transforma o prazer do outro em prazer próprio.  E os Neurônios-espelho no córtex pré-motor nos fazem reproduzir as atitudes que vemos. Logo, ao ver o outro sorrir também sorrimos e com isso geramos as demais sensações que são resultado desse processo.

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