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20/02/2017

Causas da “doença da urina preta” ainda não foram identificadas

 

Entre dezembro de 2016 e janeiro deste ano, uma doença misteriosa deixou baianos e cearenses assustados. Mais de 50 pessoas procuraram postos de saúde e hospitais queixando-se de fortes dores musculares e outro sintoma bastante peculiar: a urina escura.

 

Foram 52 casos registrados na Bahia, com duas mortes, e cinco no Ceará, sem nenhum óbito.

 

Ainda não há uma conclusão que aponte a causa exata da doença. Médicos e pesquisadores trabalham com duas hipóteses:

 

Intoxicação por peixe

 

Entre as 52 pessoas que apresentaram os sintomas naBahia, 44 consumiram peixes de água doce, das espécies “olho de boi” e “badejo”. Há outros casos semelhantes espalhados pelo mundo, inclusive um surto ocorrido em 2008, ligado à ingestão do peixe “pacu-manteiga”, que atingiu 27 pessoas no Amazonas.

 

Parechovirus

 

Outra linha de pesquisa para a “doença da urina escura” indica uma possível infecção pelo Parechovirus. Amostras de fezes colhidas entre pacientes infectados foram analisadas por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Elas indicaram a presença do vírus.

 

Além disso, das cinco pessoas infectadas no Ceará, quatro fazem parte da mesma família e têm ligação com outra que esteve em Salvador, o que aponta para uma possível transmissão.

 

Todos os casos seguem em análise e, até então, nenhuma das duas hipóteses foi identificada como a correta. Também não houve mais registro de novos casos.

 

Como a causa da doença ainda não foi identificada, não é possível afirmar se ela é fruto de intoxicação ou infecto-contagiosa. Assim, a única orientação no momento é para que moradores e turistas evitem o consumo dos peixes citados na região de Salvador.

 

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08/12/2016

Por que pararam os testes de anticoncepcionais masculinos

Há muito tempo já se fala em termos uma versão de anticoncepcionais para homens, pois, afinal, por que apenas as mulheres devem ficar responsáveis por essa parte? Pesquisas e testes para verificar a viabilidade e consequências de contraceptivos injetáveis até começaram, mas foram pausados. Segundo os testes, apesar da eficácia ser de 96% compatível com os femininos, os efeitos colaterais foram considerados muito intensos, segundo um artigo publicado no periódico científico Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism.

A pesquisa patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) teve entre os efeitos o diagnóstico de alteração intensa na libido, tendência a depressão, dores excessivas no local aplicado, acne e alteração no humor. Oito dos 266 homens que finalizaram o estudo tiveram complicações para retomar a produção normal de espermatozóides em até 52 semanas após interromper o uso, sendo que apenas quatro engravidaram suas parceiras.

Mas, por que a pílula anticoncepcional feminina ainda está no mercado se possui efeitos colaterais similares? Dentre eles, está a trombose cerebral que mata mulheres a todo o momento. A pílula anticoncepcional para mulheres foi aprovada no início dos anos 60 nos Estados Unidos, ou seja, há 56 anos. Entretanto, apenas agora que seus efeitos estão sendo divulgados. Alguns médicos ginecologistas já deixaram de indicar determinadas marcas, fale com sua médica de confiança e tire suas dúvidas.

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22/11/2016

Brotoejas de verão

É muito bom ir à praia, pegar um sol, tomar um banho de mar e relaxar com a família. Mas junto com tudo isso, também vem o calor e a umidade, o que facilita o desenvolvimento de brotoejas.

A dermatite inflamatória, mais conhecida como brotoejas, é uma doença de pele causada pela obstrução das glândulas sudoríparas, o que impede a saída do suor e causa as lesões avermelhadas.

As áreas mais comuns afetadas são:

  • Pescoço
  • Nuca
  • Peito
  • Barriga
  • Costas
  • Dobrinhas dos joelhos
  • Cotovelo

Elas geralmente são causadas pelo uso de roupas apertadas, protetores solares com pouco

poder de absorção e locais muito úmidos. Evite coçá-las, pois você pode agravar os sintomas. Elas costumam desaparecer naturalmente, pois não tendem a ser muito graves. Não existe tratamento exato para curá-las, alguns médicos indicam o uso de pomadas específicas ou remédios. Evite provocar o abafamento da pele, pois causa suor em excesso. Quanto mais a pele respirar, menos é o risco da obstrução dos poros.

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04/11/2016

Novembro Azul

Novembro chegou e com ele a campanha Novembro Azul.  Aposto que você já ouviu falar nela, mas você sabe como iniciou? Ela começou em um Pub, na Austrália, em 1999. Quando um grupo de amigos resolveu deixar seus bigodes crescerem durante esse mês como forma de apoio à conscientização da saúde masculina e arrecadação para doações à instituições de caridade. Lá, o novembro azul é chamado de Movember (Moustache + November em inglês. Bigode e Novembro) traduzindo “Bigode e Novembro”. Foi escolhido esse mês porque no dia 17/11 é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

Além do incentivo aos homens a fazerem os exames de sangue e toque, o Novembro Azul tem o objetivo de alertá-los para a importância do acompanhamento periódico com um médico. Pois segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 78% das mulheres se consultaram ao menos uma vez no último ano, enquanto que entre os homens essa porcentagem cai para 63,9%.

O novembro azul também vem como uma tentativa de acabar com os tabus que cercam esse assunto e fazer os homens entenderem que cuidar da saúde não é mimimi, e sim algo fundamental para uma vida plena.

Fique atento, sua vida vale muito!

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11/10/2016

Um ano de zika vírus: como está a epidemia?

Um ano se passou desde que o temor pela epidemia de zika vírus se alastrou pelo Brasil e pelo mundo. A boa notícia é que a Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que a epidemia de zika está claramente em regressão no Brasil. A entidade acredita, no entanto, que o número de casos de pessoas afetadas pelo vírus pode aumentar mundialmente nos próximos meses.

 

A queda nos registros no Brasil está provavelmente relacionada com o fim do verão, de acordo com a France Presse. “A epidemia está em uma fase descendente no Brasil”, afirmou Marie-Paule Kieny, subdiretora-geral da OMS, em coletiva de imprensa em Paris. “O mesmo acontece na Colômbia e Cabo Verde”, acrescentou.

 

No momento é impossível saber se haverá uma reativação do vírus no futuro e uma propagação para outras zonas ainda não infectadas. No Brasil, foram registrados 1,5 milhão de casos de zika e o vírus se estendeu a muitos países da América Latina.

 

Com o início da temporada dos mosquitos na Europa, “a possibilidade de uma transmissão local combinada com prováveis transmissões por via sexual poderia provocar um aumento significativo do número de pessoas afetadas pelo zika e das complicações que isto representa”, afirmou Marie-Paule. Apesar disso, os cientistas não esperam uma pandemia na Europa este ano.

 

Regressão do vírus

 

Um estudo publicado recentemente na revista Science conclui que a epidemia do vírus da zika pode ter atingido seu pico e pode acabar por si só dentro de dois a três anos na América Latina. Os cientistas do Imperial College de Londres, no Reino Unido, defendem que a epidemia não pode ser controlada com as medidas existentes. A equipe de pesquisadores prevê que a próxima grande epidemia deve surgir só daqui a 10 anos, embora possam ocorrer surtos pequenos ao longo do tempo.

 

Enquanto o potencial fim da epidemia é, sem dúvida, positivo, ele também levanta questões para o desenvolvimento de vacinas. Se as projeções do cientistas estiverem corretas, os casos terão caído substancialmente até o final do próximo ano. Isso significa que, pelo tempo em que teremos vacinas prontas a serem testadas, poderão não haver casos suficientes de zika na comunidade para testar se elas funcionam.

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16/06/2016

Seu celular está sujo!

Isso pode te chocar, mas seu celular é mais sujo que uma privada. Sim, ele tem mais bactérias que podem causar doenças do que por exemplo as barras de segurança de um ônibus. Essa afirmação vem de um estudo realizado por uma universidade da Inglaterra e garante que os smartphones têm até 18 vezes mais micro-organismos do que as descargas.

 

Nessa reportagem vemos algo semelhante, mas dessa vez com uma pesquisa daqui. Olha só.

 

 

 

O grande problema são as outras bactérias que entram em contato com a gente e depois transferimos para celular, porque não temos o hábito de lavar as mãos constantemente.  
Outra coisa que contribuiu para isso é largar o aparelho em qualquer lugar como chão ou outras superfícies como mesas de shoppings.

 

Hora de lavar as mãos!

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