salmon-dish-food-meal-46239

21/02/2017

3 grandes mitos sobre alimentação que você precisa conhecer

Se alimentar de forma saudável é algo que todos nós devemos fazer. E não adianta pegar pesado na academia, correr, praticar esportes, enfim, se exercitar com frequência, mas comer sem se importar com os alimentos ingeridos.

 

A alimentação é o fator principal quando falamos em saúde e boa forma. Porém, com a velocidade no compartilhamento de informações, além de não procurarem o auxílio de profissionais, as pessoas acabam acreditando em afirmações equivocadas. São os famosos “mitos”, e hoje vamos te apresentar três deles.

 

  1. Ficar sem comer emagrece

 

Na esperança de perder peso rapidamente, muita gente acaba ficando sem se alimentar por horas e até dias. Esse é um dos maiores mitos no que diz respeito à alimentação.

 

Ficar sem comer, além de não ajudar no emagrecimento, dificulta na eliminação de peso, já que o seu metabolismo fica mais lento. Para emagrecer, você deve comer a quantidade certa, levando em conta os nutrientes que o seu organismo precisa, várias vezes ao dia.

 

  1. Ovo aumenta o colesterol

 

Durante muito tempo o ovo foi considerado um alimento nocivo, já que contém 213 miligramas de colesterol em sua gema. Porém, vários estudos já tornaram essa ideia um mito. Eles comprovam que o alimento, além de não fazer mal à saúde, colabora com a memória, a capacidade cognitiva e ajuda a na formação de novos neurônios.

 

  1. Banana engorda

 

Existem frutas com menos calorias que a banana? Certamente! A maçã e o abacaxi, por exemplo, possuem em média 50 kcal, enquanto a “queridinha do Brasil” chega às 90 kcal.

 

Mesmo assim, a banana deve sim fazer parte da sua dieta diária. Ela possui uma combinação de fibras e carboidratos que saciam sua fome por mais tempo, fazendo com que você ingira menos alimentos e, consequentemente, emagreça.

 

Além disso, por ser uma fruta doce e suave, pode ajudar a matar aquela vontade de comer um docinho no meio da tarde.
Esses são apenas alguns dos mitos no que diz respeito à alimentação. Mas lembre-se! O ideal é sempre buscar a orientação de um nutricionista, afinal, cada organismo possui uma necessidade específica de nutrientes e vitaminas.

+ Saiba mais
Compartilhe:
medic-hospital-laboratory-medical-40559

20/02/2017

Causas da “doença da urina preta” ainda não foram identificadas

 

Entre dezembro de 2016 e janeiro deste ano, uma doença misteriosa deixou baianos e cearenses assustados. Mais de 50 pessoas procuraram postos de saúde e hospitais queixando-se de fortes dores musculares e outro sintoma bastante peculiar: a urina escura.

 

Foram 52 casos registrados na Bahia, com duas mortes, e cinco no Ceará, sem nenhum óbito.

 

Ainda não há uma conclusão que aponte a causa exata da doença. Médicos e pesquisadores trabalham com duas hipóteses:

 

Intoxicação por peixe

 

Entre as 52 pessoas que apresentaram os sintomas naBahia, 44 consumiram peixes de água doce, das espécies “olho de boi” e “badejo”. Há outros casos semelhantes espalhados pelo mundo, inclusive um surto ocorrido em 2008, ligado à ingestão do peixe “pacu-manteiga”, que atingiu 27 pessoas no Amazonas.

 

Parechovirus

 

Outra linha de pesquisa para a “doença da urina escura” indica uma possível infecção pelo Parechovirus. Amostras de fezes colhidas entre pacientes infectados foram analisadas por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Elas indicaram a presença do vírus.

 

Além disso, das cinco pessoas infectadas no Ceará, quatro fazem parte da mesma família e têm ligação com outra que esteve em Salvador, o que aponta para uma possível transmissão.

 

Todos os casos seguem em análise e, até então, nenhuma das duas hipóteses foi identificada como a correta. Também não houve mais registro de novos casos.

 

Como a causa da doença ainda não foi identificada, não é possível afirmar se ela é fruto de intoxicação ou infecto-contagiosa. Assim, a única orientação no momento é para que moradores e turistas evitem o consumo dos peixes citados na região de Salvador.

 

+ Saiba mais
Compartilhe:
iogurte natural

17/01/2017

Receitas de pós-sol

Tomar um torrão na praia é super normal durante o verão, por isso é sempre bom saber de dicas caseiras para lidar com os efeitos do pós-sol. Pele vermelha, alta sensibilidade e dificuldade até para dormir e se vestir. Para enfrentar esses problemas separamos algumas dicas para você!

Água fria – Sempre a primeira e melhor opção para queimaduras solares. Banho frio e compressas com água gelada aliviam as dores. Após o banho use hidratante.

Iogurte natural – A lactose hidrata a pele e acelera o processo de cicatrização. Coloque o iogurte na geladeira antes de aplicar na área da pele que está queimada do sol.

Chá de camomila gelado – Faça compressas depois que gelar o chá. Ele possui efeito calmante e ajuda a diminuir a vermelhidão e a ardência na pele.

Mel diluído em água – Ele acelera o processo de cicatrização e tem efeito hidratante.

Amido de milho – Uma fina camada sob a pele absorve o suor e o calor, ajudando na recuperação.

Uma coisa é fato, se exagerou no sol é bom dar um tempo dele até a pele se recuperar bem!

+ Saiba mais
Compartilhe: